Greenpeace

Greenpeace
L'ONG non violente, indépendante et internationale de protection de l'environnement
Affichage des articles dont le libellé est campesinos. Afficher tous les articles
Affichage des articles dont le libellé est campesinos. Afficher tous les articles

vendredi 7 mai 2010

CoP-16 deve se espelhar na Conferência de Cochabamba, diz especialista - Ciranda


Qual é a sua avaliação da Conferência de Cochabamba e como o México se prepara para receber a CoP-16 em dezembro?

Espero que a CoP-16 seja similar à Conferência de Cochabamba. Como há mais aspectos em comum entre a Bolívia e o México, creio que haverá muita gente debatendo fora das convenções e painéis oficiais. Essa é a marca desta conferência, uma oportunidade para que possamos ouvir a sociedade civil. Um dos meus desejos é que Cancún ofereça condições para que haja mais interação entre os governos e outros setores. Claro que há iniciativas que são somente da sociedade civil, mas na maior parte das medidas contra o aquecimento global, governos, empresas e sociedade devem agir juntos.



CoP-16 deve se espelhar na Conferência de Cochabamba, diz especialista - Ciranda

vendredi 30 avril 2010

El terror regresa a Oaxaca - IPS ipsnoticias.net

El terror regresa a Oaxaca - IPS ipsnoticias.net
Por Kristin Bricker y Emilio Godoy

MÉXICO, 29 abr (IPS) - La reaparición de la violencia en Oaxaca hace temer otra ola de represión y una vuelta a los graves sucesos que paralizaron en 2006 a ese estado del sur de México, según organizaciones de derechos humanos.

La inquietud emergió con una emboscada tendida en la tarde del martes por paramilitares contra una caravana humanitaria que se dirigía a la comunidad autónoma de San Juan Copala, situada unos 600 kilómetros al sureste de la capital de México y habitada por indígenas del pueblo triqui.

El ataque dejó dos muertos y una mujer herida. Los asesinados son Alberta Cariño, directora del no gubernamental Centro de Apoyo Comunitario Trabajando Unidos (Cactus), y el finlandés Juri Jaakkola, un observador de derechos humanos, ambos por disparos en la cabeza.

Además, varias personas fueron secuestradas y se reportaron inicialmente desaparecidas, entre ellos los periodistas Érika Ramírez y David Cilia, de la revista Contralínea, una publicación muy crítica del gobierno federal y de la administración oaxaqueña, encabezada por el gobernador Ulises Ruiz, del Partido Revolucionario Institucional (PRI).

En el listado aparecían también dos activistas, David Venegas y Noé Bautista, de una organización no gubernamental local, y dos mujeres triquis secuestradas antes de la emboscada.

Poco después, los dos periodistas y los dos activistas escaparon de sus captores. Venegas y Bautista lograron llegar a la ciudad de Juxtlahuaca y allí mostraron un vídeo donde los reporteros aparecen con vida. Los dos se encontraban escondidos en la sierra y Cilia estaba herido de bala.

Este jueves el gobierno de Oaxaca despachó un helicóptero para rescatarlos.

También este jueves fueron liberadas las dos mujeres triquis secuestradas poco antes de la emboscada.

La zona es controlada por grupos paramilitares como la Unión de Bienestar Social para la Región Triqui (Ubisort), acusados de tener lazos con el PRI.

La caravana humanitaria, en la que viajaban observadores de Bélgica, Finlandia, Italia y Alemania, tenía el fin de suministrar alimentos, agua y otros productos básicos a la población de San Juan Copala, sometida desde enero al bloqueo de Ubisort, que cortó el servicio eléctrico e hídrico del poblado.

El contingente escoltaba asimismo a maestros que intentaban volver a dar clases en la zona.

Defensores de derechos humanos temen que el gobierno aproveche el ataque para promover sus propios intereses en la región triqui. "Tememos que el gobierno use esto de pretexto para militarizar la región", dijo a IPS Eduardo Almeida, activista de la organización Nodo de Derechos Humanos.

Entre mayo y octubre de 2006, el magisterio oaxaqueño afiliado a la Sección 22 del Sindicato Nacional de Trabajadores de la Educación y la Asamblea Popular de los Pueblos de Oaxaca (APPO), un paraguas de unas 300 organizaciones locales, tomaron las principales calles de la ciudad de Oaxaca, capital del estado, reclamando la destitución de Ruiz.

Leia mais no link acima

lundi 19 avril 2010

Conferencia Mundial de los Pueblos sobre el Cambio Climático y los derechos de la Madre Tierra

Conferencia Mundial de los Pueblos sobre el Cambio Climático y los derechos de la Madre Tierra

COCHABAMBA, Bolivia - Campesinas y campesinos, indígenas, trabajadores rurales y jóvenes de La Vía Campesina, acompañados de aliados como Amigos de la Tierra, celebraron este dia, en el corazón de la ciudad, el Día Internacional de la Lucha Campesina.




En la plaza principal, La delegación de La Vía Campesina, de Bolivia, y provenientes de Brasil, Ecuador, Colombia, Mali, Nepal, Estados Unidos, Italia, México, Corea del Sur, Nicaragua, Argentina y de muchos otros países, realizaron una ceremonia al píe de la plaza principal, con cláveles y rosas, y sus banderas, sus símbolos de lucha, para recordar a los mártires de la lucha por la tierra y la reforma agraria. (...) Tecle no link acima

dimanche 21 mars 2010

DESIGUALDADES SOCIAIS



Dois pesos e duas medidas

artigo publicado no Observatório da Imprensa

Por Jacob (J.) Lumier em 9/3/2010

A mídia conservadora tem dois pesos e duas medidas em relação às desigualdades sociais. Quando o assunto é noticiar sobre as camadas subalternas sofridas, que aceitam conformados as soluções que vêm de cima, o espaço de imagens, comentários e até reportagens em programas rurais é bem maior do que a informação reservada aos menos submissos, que soltam a voz da cidadania e protestam em atos públicos.

Basta lembrar o noticiário de quarta-feira 03 de março do Jornal Nacional (TV Globo) e se terá a confirmação de tal ambivalência. Com efeito, vê-se o ato político dos campesinos sendo noticiado em modo protocolar, com meia dúzia de frases sem qualquer cobertura que mostrasse a realidade e o valor dos campesinos não conformados às migalhas dos programas oficiais (leia "O movimento Via Campesina protestou contra a plantação de produtos transgênicos").

Não se pense que o critério seja o suposto desinteresse do assunto. Não! A mídia conservadora faz a política da burguesia de modo competente e sutil. Ao minimizar o ato coletivo dos campesinos, tratou-se de esconder a dimensão crítica sobre a tentativa das transnacionais em apoderar-se dos sistemas de alimentação e a agricultura em todo o mundo.

Transnacional quer subsidiar semente de soja

Aproxima-se o dia 17 de abril, em que se aviva a memória dos 19 campesinos brasileiros massacrados quando defendiam seu direito de produzir alimentos e exigiam acesso à terra para o plantio. Desde esse massacre, que sucedeu em Eldorado dos Carajás, todos os anos se organizam mobilizações sociais em todo o mundo para clamar a soberania alimentar e o direito campesino de produzir alimentos.

Mas não é tudo. Como se sabe, o ano de 2009 encerrou com três cúpulas internacionais: a que tratou da Seguridade Alimentar, realizada em Roma pela Organização Mundial da Agricultura e Alimentação (FAO); a Conferência Ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC), em Genebra; e, finalmente, a cúpula das Nações Unidas sobre o Clima, em Copenhague.

Em cada um desses eventos as transnacionais mostraram sua determinação em controlar os sistemas alimentícios e de agricultura, os mercados, a terra, as sementes e a água em escala mundial. Transnacionais como Monsanto, Cargill, Archer Daniel Midland e, enfim, Nestlé, assistiram àquelas cúpulas como se fossem frotas equipadas de grupos de pressão, com o propósito de criar políticas subordinadas aos seus interesses.

Por exemplo, a transnacional Monsanto, com base nos Estados Unidos, quer receber fundos públicos para subsidiar sua semente de soja geneticamente modificada para ser resistente. Argumenta, como se sabe, que suas sementes e herbicidas deveriam ser elegíveis para receber créditos de carbono através do mecanismo de desenvolvimento limpo como parte da Convenção sobre Mudança Climática da ONU.

Extrativistas de minerais de baixo custo

A política conservadora da mídia se insere na globalização e, desta forma, tem paralelo na postura das elites européias e nacionais em relação ao salon international de l´agriculture deste ano, em realização até 07 de março (ver aqui) em que le président de la République não comparece para ouvir os atos coletivos, preferindo deixar os campesinos na penúria. Como diriam os amigos do jornal L´Humanité (ver aqui), le président se dore la pilule. Com efeito, a postura presidencial em face do salon international de l´agriculture reflete bem os dois pesos e as duas medidas do conservadorismo atual levando ao descaso que atinge os campesinos no mundo todo.

A política ultraliberal estabelecida prefere gratificar a alta burguesia com demissões sociais e isenções fiscais às grandes sociedades enquanto as categorias campesinas se debatem em meio a uma baixa média de mais de um terço de seus benefícios, resultado da diminuição generalizada dos preços para a produção agrícola. Aos campesinos resta o sofrimento do endividamento e sobre-individamento cada vez mais insuportável.

O ultraliberalismo globalizado elaborado nos cenáculos da Organização Mundial do Comércio e da Comissão de Bruxelas conduz a um impasse. A terra é cada vez mais o objeto de especulação e acantoamento pelos grandes fundos financeiros em detrimento da alimentação básica e do meio-ambiente. Fala-se cada vez mais de valorização "não-alimentar" da produção agrícola.

Ninguém estaria em oposição a essa situação se as necessidades alimentares de cada um fossem satisfeitas, desde que não esgotem mais as terras e se isto permitisse uma produção mais ecológica. É verdade que a agricultura pode ser provida de matérias-primas renováveis, ao contrário do petróleo. Mas a questão do preço para a produção está de todo o modo colocada. Ora, o capitalismo empenha-se em fazer dos campesinos os produtores de matérias-primas de base, espécies de extrativistas de minerais de baixo custo para os setores industriais ligados à alta finança mundial.

Um fórum para o direito à alimentação

Certamente, é a questão da remuneração do trabalho e da soberania alimentar que permanece no centro das diferenças atuais, juntamente com a da natureza da produção agrícola: agrobusiness ou agricultura campesina, sendo esta última que dá a garantia da qualidade alimentar.

Tentar conciliar o progresso científico com a agronomia aplicando por mais indispensáveis que sejam as medidas tais como a diminuição dos encargos ou a concessão de novos empréstimos bonificados não pode constituir um projeto de porvir durável, nem para os agricultores, nem para as multidões de consumidores. Da mesma maneira, fazer crer que a solução reside em um sistema de "contrato" entre produtores e centrais de compra equivale a deixar os campesinos nas garras dos financeiros.

Tais as razões pelas quais o directeur de L´Humanité e député au parlement Européen Patrick Le Hyaric sustenta a indispensabilidade de um grande fórum mundial e um fórum europeu para descobrir as pistas de um novo modelo de desenvolvimento agrícola que seja favorável à qualidade e à soberania alimentar, ao emprego, à vitalização dos territórios, ao meio-ambiente (ver aqui).

Sob a égide da FAO, este fórum poderia vir a ser um fórum mundial para o direito à alimentação para todos os habitantes do planeta. O trabalho agrícola deve ser declarado de interesse geral e público. Tal é a orientação.

Pesquisar ciências humanas e sociais em cento e cinquenta websites nos principais idiomas.

Google Custom Search
Google Groupes
Abonnement au groupe Oficina da Monografia
E-mail :
Visiter ce groupe

Messages les plus consultés